Entrevista Mateus A. Krustx

Objetos automitológicos_ Diamante Krustx, a personificação do narcismo comedido para se legitimar um artista. - 2019 (1)
Objetos automitológicos_ Diamante Krustx, a personificação do narcismo comedido para se legitimar um artista. – 2019

Mini bio

Mateus A. Krustx

Graduado em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2018) e atualmente estudante licenciatura em Artes Visuais na mesma instituição. Bolsista no Projeto de pesquisa e extensão “Espaço transdisciplinar de pesquisa e criação em performance” – Ateliê de Performance; e integrante do Coletivo de ações estético-políticas, Seus Putos. Krustx, trabalha com escrita, performance, vídeos, fotos e com a confecção de objetos denominados por ele mesmo como “automitológicos”, descrito assim no seus livro “Mitologia do indivíduo”. Já expôs em coletivas em espaços, como; Paço Imperial, Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Paço Imperial e Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Insta // Vimeo

_ Mateus, você inicia seu trabalho como artista logo após entrar na UERJ, em 2015. Como se deu esse processo?

Não tenho dúvidas de que entrar para a universidade mudou a forma como me relaciono com o mundo, com a política e com a arte. Durante meus primeiros anos aprendi muito sobre a vida acadêmica e a importância que é estudar em uma universidade pública. Logo de início me envolvi com as questões políticas e acadêmicas, fiz parte do centro acadêmico de artes e consegui resistir às diversas greves e paralisações, o que se desdobrou na vontade de fazer performance e ações estético-políticas, nascendo assim o  “Coletivo Seus Putos”. Minha produção individual surgiu concomitante à isso, ser um indivíduo crítico em formação, foi e ainda é transformador. Primeiro assumi minha sexualidade, tive crises de identidade, compreendi as memórias do meu corpo, a importância do meu lugar de origem, entendi a potência de todas as vivências que eu já possuía. Tudo isso foi me transformando e tornando evidente em minhas produções essas relações que se conectam em uma grande trama de vivências. Estudar arte deu início a uma grande transformação na minha vida e na forma que percebo e transformo o mundo.

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Limpa ALERJ – 2016
Limpa ALERJ - 2016
Limpa ALERJ – 2016

_ No início da sua trajetória enquanto artista, você participou de um coletivo que atraiu bastante atenção, o Coletivo Seus Putos. Vocês realizaram performances em áreas de bastante movimentação urbana e atraíram bastante atenção, não apenas por performance em lugares públicos, como também pela narrativa das performances, que criticaram diretamente posturas assumidas pelo estado estado em 2016, com trabalhos como Gentrificado, na abertura do Museu do Amanhã, e Operação Limpa ALERJ. Como foi a experiência de participar de um coletivo tão cedo?

O coletivo surgiu de uma questão emergencial. Durante o meu primeiro ano na universidade tive contato com professores incríveis que me estimularam pensar criticamente acerca das questões institucionais. Em 2015, Ella Franz Rafa, Rafa Ferreira e eu, já estávamos realizando performances e fazíamos parte do Centro Acadêmico do Instituto de Artes, e foi nesse momento que conhecemos Tertuliana Lustosa, Matheusa Passareli e Dani Cassinelli, nosses caloures na época. A primeira performance que realizamos foi intitulada Contra Ato, onde, como alunes da UERJ, nos colocamos no chão e nos cobrimos com sangue cenográfico durante um ato organizado por parte do corpo docente da universidade, este, que buscava criminalizar o corpo estudantil por causa de um conflito que ocorreu dias antes envolvendo estudantes e a polícia militar durante a desapropriação de casas na Favela Metrô Mangueira – próxima a UERJ. Na ocasião, os militares entraram na universidade e atiraram com balas de borracha em alunos e moradores da comunidade que buscavam abrigo contra as agressões. Um dia após a nossa ação, estávamos estampando boa parte das capas de jornais, mas ninguém tinha um veredito sobre o nosso posicionamento, alguns acreditavam que éramos a favor do ato de criminalização contra os alunos, outros acreditavam que éramos vândalos. Ao notarmos todo esse alvoroço vimos a necessidade de contar nossa própria versão da história e nos afirmamos como coletivo. O nome se deu pouco tempo depois, durante uma de nossas conversas com Prof. Dr. Mariana Pimentel que esteve próxima da gente durante o início do coletivo. Enquanto analisamos algumas gravações da nossa ação estético-política, escutamos a seguinte frase vinda de uma professora da instituição “Sua hora vai chegar, seus putos!”, nesse momento sugeri e decidimos manter o nome, nossa hora havia chegado “SEUS PUTOS”.

Gentrificado - 2015
Gentrificado – 2015

_ Em 2017, a UERJ passou por uma crise de muitos meses, que afetou a vida de todos que trabalhavam na universidade e também nos entornos da mesma. Durante essa crise você era do centro acadêmico e esteve na universidade participando do Rexistências Afetivas, uma luta coletiva realizada pelo antigo centro acadêmico, em conjunto com o corpo docente, para evitar a evasão dos alunes, você pode comentar sobre como foi tudo isso?

O Rexistências Afetivas foi um grande momento para a organização discente, docente e técnico administrativo do Instituto de Arte da UERJ durante o período da greve que se estendeu para o ano 2017. Juntos organizamos encontros semanais para mobilizar a movimentação estudantil e evitar a evasão dos alunos. Para isso criamos um espaço de convivência e reflexão, onde tínhamos uma estrutura de autogestão diferente da estrutura de funcionamento convencional da universidade. Resistir foi e ainda é uma emergência. Como forma de resistência compartilhamos alimentos e fizemos o possível para ajudar as pessoas a estarem presentes na universidade, os salários e bolsas estavam atrasadas à meses e isso era um problema sério. Em nossa programação tínhamos aulas públicas, oficinas e palestras com visitantes, organizamos rodas de conversas e performances, tudo o que fazíamos era aberto para todos, inclusive para comunidade do entorno da UERJ. Este foi um dos momentos mais incríveis que pude viver na universidade e o mais importante é que até hoje mantemos os laços de afeto, carinho e respeito que nos unem em prol da universidade.

_ Enquanto artista, você se expressa através de diversas materialidades, indo do desenho até a performance. Como é isso pra você?

Acho que essa flutuabilidade entre procedimentos é o que permite e motiva minha produção. Gosto de experimentar e me apropriar. Ao confeccionar minha rede no processo Urdidura por exemplo, tento criar conexões entre memórias, relatos e contos presentes em ficções cotidianos. Ao tecer uma rede não apenas reproduzo um gesto, mas também busco capturar histórias e memórias. Em meus processos gosto de misturar, registrar, relatar e inventar, procuro transmitir esse turbilhão de coisas que estão acontecendo na minha cabeça, onde personagens, pessoas, indivíduos, coletivos, memórias e afetos são as respectivas motivações.

Urdidura, 2018 - 2020
Urdidura, 2018 – 2020

_ Como você comentou, você desenvolveu uma série de trabalhos que levou à criação da Mitologia do Indivíduo. Você pode comentar sobre como  foi esse processo?

A Mitologia do Indivíduo é uma das minhas primeiras tentativas de interpretar uma série de acontecimentos que me trazem à quem sou hoje. Sempre criei histórias e narrativas e todas essas ficções presentes em minhas lembranças fazem parte de quem eu me tornei. Minha produção começou com questões de identidade, e isso dava indícios de quais caminhos eu seguiria. A obra Osso de Peito Kg de Frango de 2016, por exemplo, já tratava de questões imagéticas e emocionais muito fortes que estavam totalmente relacionadas à conflitos internos, estes, contrapondo questões entre minha sexualidade e religiosidade, o que também reverberou em uma mudança corporal intensa. Perdi cerca de cinquenta e quatro quilos em seis meses de surto. Depois disso comecei a produzir videoarte, onde surgiu Metamorfose, uma série de vídeos sobre a investigação do meu próprio corpo e sexualidade, também surgiu Spectro, sobre dissociação e o apagamento de um indivíduo e seus conflitos. Todos os trabalhos que desenvolvi foram se transformando pouco a pouco e fazendo minhas produções amadurecerem ao ponto de hoje terem se tornado o principal conceito por trás das minhas pesquisas.

Capítulos dos contos em Mitologia do Individuo - 2018
Capítulos dos contos em Mitologia do Individuo – 2018
Mitologia do Individuo - 2018
Mitologia do Individuo – 2018

_ Você pode falar mais sobre como esse trabalho teve importância no seu desenvolvimento enquanto pessoa e artista?

Esse é um processo de autodescoberta, um exercício de empatia e reciprocidade. Ao escrever minha monografia que também leva o título Mitologia do Indivíduo: Relato, Autobiográfico e Outras ficções, procurei levar em conta a importância da ancestralidade do relato para construir uma ponte entre minhas obras de arte e transformá-las em contos automitológicos. Ser um Indivíduo automitológico está tão próximo de uma perspectiva narcisista quanto de uma perspectiva empática-coletiva. A partir da escrita teórica transformei quatro processos artísticos em contos, sendo eles Lima da Terra um compilado de memórias da minha infância; Fantasma uma perspectiva da dissociação da imagem de um indivíduo; Metamorfose uma ponte entre a mudança interior e exterior voltada a sexualidade e relações familiares, e Bicha_Marinha esse o próprio nome já diz, é um pseudo romance brega; e pra finalizar escrevi um conto extra, na verdade, uma homenagem em forma de carta para uma “Amiga Estranha”, Matheusa Passareli.

_Seu histórico de exposições é bastante extenso, como você lida com ter seus trabalhos expostos em tantos lugares diferentes? A diferença entre os espaços têm algum impacto na forma na qual você se vê enquanto artista?

Eu adoro expor em espaços diferentes, gosto de mudar, reinventar e tentar novas formas de mostrar minhas obras e meus processos. O lugar que eu exponho não muda a forma que eu me enxergo, mas sei que muda como os outros me enxergam. Sinceramente, sei que é um privilégio expor em lugares conhecidos com pessoas que já estão no circuito e no mercado de arte, e realmente esse é um processo que temos que passar para alcançarmos nossos objetivos como artistas. Expor com artistas jovens ou com pessoas legitimadas, em galerias, galpões ou até mesmo na rua, tudo isso me enche os olhos. Gosto dessa pluralidade, tudo isso faz parte do meu processo. Fico feliz de expor em lugares diversos, de investigar outras zonas, outros circuitos ou romper circuitos. Todo artista ou pesquisador gosta quando seu trabalho é reconhecido e para mim todo reconhecimento é igualmente bem vindo.

Objetos Automitológicos - Exposição Formação - 2018
Objetos Automitológicos – Exposição Formação – 2018
Objetos Automitológicos - Exposição Formação - 2018.jpg (2)
Objetos Automitológicos – Exposição Formação – 2018.jpg (2)

_Além das suas exposições, você também passou por diversos espaços de arte enquanto educador. Isso modificou sua visão e experiência como artista?

A arte educação foi o que me deu a oportunidade financeira para me manter na faculdade, o contato com o público e as relações que criei transformaram bastante minha produção e minha relação com as pessoas. Ter a possibilidade de trabalhar em algumas instituições diferentes me possibilitou aprender muito sobre educação e o próprio sistema de arte. Tive a oportunidade de trabalhar em lugares como Parque Lage, Paço Imperial e galerias de arte, estas instituições com perfis diferentes, de certo modo, me permitiram perceber quais são as emergências e demandas cada uma delas, o que me deu uma nova percepção sobre o sistema de arte e seu funcionamento.

_Você também expôs no PEGA, exposição promovida e idealizada pela própria Revista Desvio, além de apresentar enquanto artista individual, você também participou das mesas que aconteciam aos sábados, como foi tudo isso pra você?

Essa foi a segunda edição do PEGA que eu participei, a primeira foi 2017. Lembro de ter ido nas duas primeiras reuniões do projeto. Sempre me recordo deste edital com muito carinho. Na edição deste ano participei com a obra “Lambe-Lambe com Carinho”, um trabalho que precisa de uma certa circulação para existir, e nada melhor do que expor numa edição descentralizada do PEGA, aliás, foi incrível expor no “Centro Cultural Phabrika de Arthes” e encher suas proximidades de “Lambe-Lambe com Carinho”. As mesas que aconteceram aos sábados foram incríveis, nós do Coletivo Seus Putos também fomos convidados a participar. Quero reiterar que a iniciativa de um encontro voltado para a graduação e estudantes de artes é muito importante e ver o  PEGA chegar terceira edição é algo incrível, vocês da Desvio estão fazendo um excelente trabalho.

Pórtico - 2017 - 2018
Pórtico – 2017 – 2018

_ Agradeço seu elogio, o PEGA realmente tem sido um espaço de experiências e vivências incríveis, tendo sido uma das curadoras da última edição pude observar e vivenciar isso de perto. Apesar de todo trabalho envolvido, principalmente por se tratar de uma exposição independente e sem fins lucrativos. Diferente das duas primeiras edições, realizadas no centro, a última foi realizada na zona norte, o que me traz a um de seus trabalhos, que lida com questões urbanas. Em Pórtico, você trabalha diretamente a diferença socioeconômica entre os espaços do Rio de Janeiro. O que levou a criação desse trabalho?

O “Pórtico” surgiu de um projeto organizado pela “Oi Kabum” que incentiva intervenções em espaços urbanos. A artista e estudante de Serviço Social da Unirio, Amanda Costa e eu, quando desenvolvemos este projeto tivemos a ideia de falar sobre a zona da cidade em que vivemos. Em 2017 quando colocamos em prática a intervenção, mapeamos e levantamos pontos importantes, e um deles foi a relação de crescimentos e codependência entre a Barra da Tijuca, uma zona privilegiada, com um projeto urbano criado para uma população majoritariamente rica; e o Rio das Pedras uma grande comunidade que surgiu organicamente a partir das demandas de emprego geradas pelo crescimento da Barra da Tijuca.

_ Particularmente gosto bastante dessa série, a narrativa que envolve os tensionamentos entre bairros e a forma como ele é exposto tem um enorme potencial, principalmente crítico. Você trabalha e estuda na UERJ, que geograficamente é bem distante da sua casa. No Rio de Janeiro temos uma concentração do circuito artístico no centro, você atualmente reside no Itanhangá, um bairro distante do centro. Isso teve algum impacto na sua trajetória enquanto artista ou indivíduo?

Estar longe do centro não é só distanciamento geográfico, é um distanciamento das oportunidades e relações que lá são construídas. Não estar imerso ao centro, é ser obrigado a usar a criatividade a enxergar pelas bordas ou compreender o lugar você vive como um lugar cheio de potências. A questão é, o que me obriga ao centro? As instituições de ensino, o mercado arte e instituições culturais e as oportunidades de emprego. A primeira vez que entrei em uma Universidade Pública foi para fazer minha matrícula, agora imagine quantas pessoas nem essa possibilidade cogitam. Só fui ter o hábito de frequentar espaços culturais e museus, depois que consegui um estágio no Centro, só assim tive condições financeiras e o motivo para fazer este trajeto todo dia, no início eu ia para estas instituições para ver a programação e as exposições, depois comecei a frequentar sempre pois sabia que esses lugares eram os mais seguros no centro da cidade, na época o trajeto demorava de duas à três horas de viagem, então era comum eu esperar até à oito ou nove horas da noite para voltar para casa. Estudar na UERJ e morar distante é exaustivo, mas vejo isso como uma forma de resistência, ser umas das primeiras pessoas da minha família à terem a oportunidade de cursar e concluir o ensino superior me dá força. Estar distante do centro, me faz observar o meu trajeto como um ato de resistência, me faz perceber o lugar que vivo como um lugar de permanência, por isso desenvolvo alguns trabalho que são tentativas de respiros para mim como o Pórtico e o Urdidura, que são dois projetos que surgiram com esta necessidade de descentralizar a minha produção, uma vontade de criar e fazer arte por aqui, mas convenhamos, nem uma pessoa do circuito chegou a ver essas obras pessoalmente, alguns até demonstraram interesse, mas fazer o caminho reverso, sair do centro e vir para a zona oeste pode parecer longe e impraticável para algumas pessoas.

Livro Automitológico - 2019
Livro Automitológico – 2019

_ Esse distanciamento geográfico e social entre centro e subúrbio tem sido uma questão que sempre me incomodou. Se arte deveria ser acessível, os espaços também. Você falou sobre como sair do centro e ir até a zona oeste pode parecer impraticável para alguns, mas quem reside na zona oeste necessita estar no centro o tempo inteiro, seja para trabalho ou lazer. Vejo isso como um questão que impossibilita diversas experiências e vivências, principalmente pra quem não sai da bolha. O que você pensa sobre isso?

Chega a ser até irônico pensar que fazemos esse trajeto para o centro com bastante frequência, mas se alguém tem que fazer o caminho oposto, isso pode parecer impraticável às vezes. Essa relação é construída de maneira muito complexa, sabemos que o dia-a-dia é uma correria e um pouco de comodidade sempre cai bem, ter que ficar cinquenta minutos em um metro é chato, uma ou duas hora em um ônibus é exaustivo, estes já me parecem bons motivos para que as pessoas não façam o caminho oposto ao nosso e permaneçam em seu próprio entorno. O centro tem uma questão cultural e geográfica que foi construída historicamente, e isso não pode ser apagado, e não é o que queremos. Mas essa não disponibilidade de deslocar um pouco esse eixo infelizmente interrompe o fluxo que eu gostaria que existisse. Acho que a nossa contribuição como pessoas que se deslocam, é justamente movimentar esse fluxo e insistir na mobilidade do circuito, ou, ao menos, na acessibilidade ao conhecimento, às pesquisas e aos fazeres artísticos.

Objeto automitógico_ Espelho Krustx - espelho sobre Tela - 2017 - 2018
Objeto automitógico_ Espelho Krustx – espelho sobre Tela – 2017 – 2018
Objeto Automitológico_ Canivete de defesa pessoal feito sob medida para masculinidade alheia - 2019
Objeto Automitológico_ Canivete de defesa pessoal feito sob medida para masculinidade alheia – 2019

Exposições:

Exposição Coletiva “Doze Métodos para chegar a lugar algum” – Paço Imperial, Centro – RJ. Obra “Coleção de Objetos Automitológicos”. – 2019

Exposição Coletiva “Geral” – Galpão Ladeira das Artes – RJ. Obra “Lambe-Lambe com Carinho” e “Objetos Automitológicos”. – 2019

Exposição Coletiva “Formação” – Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica/Rio de Janeiro – RJ. Obra, “Mitologia do Indivíduo” e “Objetos Automitológicos”. 2018

Exposição Coletiva “à margem” da Semana de História da Arte – Escola de Belas Artes –

UFRJ/Rio de Janeiro – RJ. Obra, “Bicha_Marinha”. – 2018

Exposição Coletiva “Pouso de Emergência” – Caixa Preta/Botafogo – RJ. Obra, “Lambe-Lambe com Carinho”. – 2018

Exposição Coletiva “Junho de 2013” – Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Centro – RJ.

Coletivo Seus Putos – Fotografias das Performances “Operação Limpa Alerj” e “Gentrificado – Putas do Amanhã”. -2018

Exposição Coletiva “Interferências” – Centro Municipal de Arte Calouste Gulbenkian – Centro -RJ. Obra, “PÓRTICO”. – 2017 – 2018

Exposição Coletiva “Pega – A pureza é um mito” – Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica,

Centro – RJ. Obra, “Metamorfose”. – 2017

Exposição Coletiva “3:33 – A Grande Hora” – Ateliê 31, Botafogo – RJ. Obra, “Espectro”. – 2017

Exposição Coletiva “Olha Geral” – Galeria Gustavo Schnoor/UERJ Maracanã. Obra, “Osso de Peito Kg Frang” – 2017

Exposição Coletiva: “A Emergência do Contemporâneo: A Vanguarda no Japão, 1950-1970” Paço Imperial, Centro – RJ. Coletivo Seus Putos. Obra, fotos e vídeo da “Operação

Limpa-Alerj”. – 2016

Exposição Coletiva “Olha Geral” – Galeria Gustavo Schnoor/UERJ Maracanã – RJ, Coletivo

Seus Putos. Obra, “O Grande Vidro”. – 2015

Design sem nome

Clarisse Gonçalves 1998. Graduação em história da arte, UERJ. Pesquisadora e historiadora da arte situada no Rio de Janeiro. Atualmente pesquisa manifestações artísticas periféricas, negras, e afrodescendentes no estado do Rio de Janeiro.